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Os mistérios do espelho: 7 fatos sobre o objeto que intriga a humanidade

Publicado dia 24/04/2019 às 13h27min | Atualizado dia 24/04/2019 às 13h28min
Os mistérios do espelho: 8 fatos sobre o objeto que intriga a humanidade

Há muitas coisas peculiares sobre espelhos.

Eles nos dão a oportunidade de "ver a nós mesmos como os outros nos veem". Também servem para dar aquela ajeitada no visual e até para ensaiar um discurso importante.

Ao longo dos séculos, espelhos foram usados para adivinhar o futuro, rever eventos do passado e para procurar a verdade.

Uma família rica poderia mostrar sua prosperidade através de grandes espelhos venezianos - e temer pelo futuro se um deles se quebrasse.

Um espelho sempre contém mais coisas do que os olhos podem ver. Conheça abaixo oito fatos instigantes sobre este objeto.

2. Portal para outro mundo

Hoje em dia, a maioria dos espelhos é feita usando alumínio em pó, mas os egípcios antigos produziam estes objetos com cobre polido.

Para aquele povo africano, o cobre estava associado à deusa Hathor - a personificação feminina do disco solar. Hathor era a dona da beleza, do amor, do sexo e da magia.

Os astecas faziam seus espelhos polindo a obsidiana - um tipo de "vidro" vulcânico natural. Eles acreditavam que os espelhos estavam ligados ao deus Tezcatlipoca, cujo nome significa "espelho fumegante".

Tezcatlipoca era o senhor da noite, do tempo e da memória ancestral - e, para os astecas, usava os espelhos para fazer a travessia entre a Terra e o submundo.

4. Espelho, espelho meu…

Outra crença frequente na antiguidade era a de que os espelhos tinham a capacidade de capturar e reter o que quer que eles refletissem, para uso posterior. Esta crença antiga pode estar na origem do espelho que aparece no conto da Branca de Neve.

Acredita-se que a "verdadeira" Branca de Neve tenha sido uma baronesa da Baviera, o maior Estado alemão, do século 18.

O pai desta baronesa teria se casado novamente no ano de 1743, e a madrasta de Branca de Neve tinha uma preferência por seus filhos de um relacionamento anterior. Do novo marido, ela ganhou um espelho de presente.

O objeto era conhecido "espelho falante". Dizia-se que os espelhos produzidos no vilarejo de Lohr (hoje na Alemanha) tinham tamanha qualidade que sempre "diziam a verdade" - daí o nome.

Na lenda, o "espelho falante" diz à madrasta que há, sim ,alguém mais bela que ela, Branca de Neve.

O tal espelho não só existe de verdade, como pode ser visto até hoje, no museu Spessart, no castelo de Lohr.

6. Prisão de almas

Na Inglaterra da era vitoriana, quando um morto era velado antes de ser levado ao cemitério, todos os espelhos da casa eram cobertos com tecidos - acreditava-se que a alma da pessoa morta poderia ficar presa nos espelhos.

Essa prática não era adotada só na Grã-Bretanha, mas também na América do Norte, na China, na ilha de Madagascar, na região da Crimeia e em Mumbai (na Índia).

O costume ainda é mantido por algumas famílias judaicas durante o "shiva", o luto de uma semana do judaísmo.

 

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Algumas culturas acreditavam que os espelhos refletiam uma "natureza interior", ou a alma da pessoa.

Esta crença antiga está na origem da lenda segundo a qual vampiros e outros demônios não têm reflexo no espelho - o que aconteceria pelo fato desses seres, mortos-vivos, não terem uma alma.

Fonte: MSN.COM

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